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ACERVO –  2017 / 2020

Novos rumos de carreira – Bases para uma nova produção artística

Em 2017, me encontrei em um momento de saturação de criatividade. Mesmo após ter ganhado medalhas em alguns salões de arte, me sentia sufocado pelo rótulo das primeiras obras da carreira, centradas na cultura pop.

Neste mesmo ano, iniciei uma Graduação em Filosofia na Universidade de São Paulo (USP), focado em cursos de arte e estética.

Nos anos seguintes, frequentei o ateliê de Paulo Frade e também de Gilberto Geraldo, pintor brasileiro formado na Academia Russa de Artes Plásticas.

Ganhei uma bolsa do Instituto Tomie Otake, para um acompanhamento artístico feito pelo pintor Paulo Pasta (Curso Pintura e Reflexão) e participei da minha primeira Bienal USP, onde expus duas obras.

Em 2019, fui convidado pelo Museu da Imaginação para reinterpretar uma obra do pintor Mondrian, a “Árvore Vermelha”, em dimensões de 7 metros por 4. A maior pintura de minha carreira.

Durante a Pandemia do Corona Vírus, iniciei a série de pinturas “Quarentena”, em que, por 40 dias seguidos, pintei retratos de pessoas que me enviaram fotos por meio das redes sociais.

Essa série foi destaque em matérias do jornal O Estado de São Paulo e do Jornal da Cultura.

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